Depois da “independência”,
os guineenses esperavam com todo orgulho, esta: a liberdade. A paz. A estabilidade.
A verdadeira independência. Que pena! Tudo vem se transformando no sonho e na
promessa eterna: um dia, tudo vai dar certo. Pois é! Os guineenses se
esconderam nessa filosofia secular de que tudo que tem o início terá o fim. Ou seja,
não precisa lutar nem planejar para que isso aconteça. Assim vive a Guiné assim continuará para
eternidade.
Nunca
estarei contra esse tipo de pensamento filosófico, mas, contra, quando não tem fórmula
sustentável, convincente para atingir tal objetivo.
Na
realidade, os senhores de arma: o P.A.I.G.C. e seus monstros vigentes, que ele
mesmo criou principalmente este da fotografia, ao longo dos anos, depois da
falaciosa independência, estão mergulhando o país num abismo. Este é o cabeça do mal. Eles nos deixam a ziguezaguear
no infinito caminho ao progresso, perdidos de tanta obscuridade, levamo-nos a
este, viver no imaginário: um dia tudo vai dar certo.
Antes
o destino do país era nas mãos das Nações Unidas, hoje, graças à lição de vida,
percebe-se que esta instituição é regida pela força de interesse que, simultaneamente
diminuiu a nossa esperança a ela. Prova disso reflete durante o episódio de 19
deste mês de outubro, praticamente ninguém chorou, implorando a esta instituição
de negócio capitalista. Creio que os guineenses já estão ficando espertos. Quanto
a isso, agradeço muito a esse comportamento que muitos países já vivenciaram.
É
obvio que a Guiné-Bissau, por si mesma, deve procurar pensar, lutar pelo seu destino. Às vezes,
ou maioria das vezes, passa na nossa cabeça de maneira tão equivocada a palavra
luta, associada com a da “libertação nacional.” Pois é. Existe diferente
maneira de lutar para conseguir a justiça, a paz, a liberdade, o sossego e
entre outras dignidades humanas. Mas, precisa-se que cada um de nós, começar a
pensar nas estratégias e colocá-las em prática. Depois deste artigo, a sua fórmula de libertar os
guineenses, as crianças em particular, dos monstros, sequestradores do
bem-estar da nação deve... Caso contrário, a Guiné-Bissau não tem a hora para entrar em
extinção.
Lembrando
que, cada guineense que cai, cada bala que soa cada tortura que acontece
naquele país, reflete direta ou indiretamente na nossa pele. Gera imperceptivelmente
obstáculo em todos os nossos afazeres, interna ou externamente.
Na
verdade, a independência, em vez de nos trouxesse a liberdade e nos trouxe os
monstros. Os monstros que nos deixam mentalmente vazios, perambulando de um
lado para outro a mercê da sorte. Não há um guineense que não ficou em silêncio,
em casa, apenas assistindo aos espetáculos dos monstros. Esperando a vontade
deles se flutua para resolver os nossos problemas. Assim sendo, Simão Mendes continuará
ser palco de mortos: proveniente da doença provocada pela própria situação catastrófica
quanto a morte provocada pela brutalidade dos próprios monstros. Vamos procurar a
estratégia e enfrentar os monstros. Se você é guineense de coração, então, lute por
ela, repasse este artigo, para banir de vez a sujeira na Guiné-Bissau.
Marcelo Aratum
aratum22@yahoo.com.br



